A força

3 minutos de leitura - Publicado no 01 de outubro 2025

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Separar a tensão da força. Desenvolver a força não implica gerar tensão. Se levantarmos uma caixa pesada sem força, se estivermos stressados com uma situação, ou se ficarmos sentados em frente ao computador durante todo o dia sem nos mexermos, com a cabeça afundada entre os ombros, é provável que geremos tensão e, portanto, desgaste a nível muscular, mas também a nível energético. Acumulamos fadiga.

Quando praticamos, a ideia é acumular força, não fadiga. Acumular, prática após prática, um pouco mais de consciência corporal, de capacidade respiratória, de força muscular, de flexibilidade articular, de capacidade de concentração, de comunicação com o nosso corpo. Podemos dizer que a combinação de todos estes factores nas proporções certas resulta em força.

Se as nossas articulações estão rígidas, os nossos músculos estão tensos e respiramos mal, precisamos de muito mais esforço para fazer qualquer coisa. Por isso, quando penso em força, gosto de imaginar não apenas o desenvolvimento dos músculos, mas uma combinação de recursos que funcionam de forma inteligente, uma soma que resulta em força.

E o que acho ainda mais interessante é que, se tomarmos a força desta forma integrada, podemos pensar nela não só como um músculo, mas também como uma capacidade de concentração, ou de suporte emocional, ou de tenacidade. E, dependendo do que queremos sustentar, o resto fica disponível. Por exemplo, se estamos de facto a procurar desenvolver mais força muscular, a nossa respiração, capacidade de concentração, energia emocional, flexibilidade das articulações vão ser ferramentas fundamentais para chegarmos onde queremos. Aproximar a força e a sensibilidade, e não afastá-las.

Já registou qual a parte do seu corpo que tem mais força? Diria que a sua estrutura emocional é forte sem prejudicar a sua sensibilidade? E o seu pensamento? Como é que todas estas variáveis interagem em si? Vamos praticar! Percebermo-nos, apoiarmos o que é necessário, pensarmos na força como o desenvolvimento do nosso potencial.

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A força

3 minutos de leitura - Publicado no 29 de setembro 2025

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Separar a tensão da força. Desenvolver a força não implica gerar tensão. Se levantarmos uma caixa pesada sem força, se estivermos stressados com uma situação, ou se ficarmos sentados em frente ao computador durante todo o dia sem nos mexermos, com a cabeça afundada entre os ombros, é provável que geremos tensão e, portanto, desgaste a nível muscular, mas também a nível energético. Acumulamos fadiga.

Quando praticamos, a ideia é acumular força, não fadiga. Acumular prática após prática um pouco mais de consciência corporal, de capacidade respiratória, de força muscular, de flexibilidade articular, de capacidade de concentração, de comunicação com o nosso corpo. Podemos dizer que a combinação de todos estes factores, nas proporções certas, resulta em força.

Se as nossas articulações estão rígidas, os nossos músculos estão tensos e respiramos mal, precisamos de muito mais esforço para fazer qualquer coisa. Por isso, quando penso em força, gosto de imaginar não apenas o desenvolvimento dos músculos, mas uma combinação de recursos que funcionam de forma inteligente, uma soma que resulta em força.

E o que acho ainda mais interessante é que, se tomarmos a força desta forma integrada, podemos pensar nela não só como um músculo, mas também como uma capacidade de concentração, ou de suporte emocional, ou de tenacidade. E, dependendo do que queremos sustentar, o resto fica disponível. Por exemplo, se estamos de facto a procurar desenvolver mais força muscular, a nossa respiração, capacidade de concentração, energia emocional, flexibilidade das articulações vão ser ferramentas fundamentais para chegarmos onde queremos. Aproximar a força e a sensibilidade, e não afastá-las.

Já registou qual a parte do seu corpo que tem mais força? Diria que a sua estrutura emocional é forte sem prejudicar a sua sensibilidade? E o seu pensamento? Como é que todas estas variáveis interagem em si? Vamos praticar! Percebermo-nos, apoiarmos o que é necessário, pensarmos na força como o desenvolvimento do nosso potencial.

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Energia? Que energia?

3 minutos de leitura - Publicado no 21 de setembro 2025
Daniel Fersztand

Texto traduzido automaticamente. Veja o texto original em Español

Quando falamos de energia, estamos a referir-nos à energia biológica: aquela que é gerada pelas células através do processo de combustão. Embora não seja a mesma coisa, podemos comparar este processo ao de acender uma fogueira: é necessário um combustível e um agente de combustão, a madeira e o ar. No caso das células, seria o oxigénio e os nutrientes. Da mesma forma que o fogo arde mais quando o atiçamos, se atiçarmos os pulmões, as células produzirão mais energia. A diferença pode ser enorme.

As células produzem um tipo de molécula chamada ATP. Estas moléculas são responsáveis pelo armazenamento e libertação de energia consoante as necessidades do organismo. São como a bateria do seu telemóvel: carregam e armazenam energia, que é utilizada à medida que o corpo precisa dela. Quando uma célula recebe oxigénio, pode produzir até trinta e duas moléculas de ATP a partir de uma molécula de glicose, ou seja, de nutrientes. Sem oxigénio, produz apenas duas. Mas não é só o oxigénio que produz a combustão: é também necessária uma boa remoção do dióxido de carbono. Se voltarmos à imagem de acender uma fogueira, isso significa ter uma boa chaminé para libertar os gases de combustão. Se o dióxido de carbono não for removido, o fogo sufoca e, de forma semelhante, as nossas células sufocam à medida que o sangue se acidifica. É por isso que o treino de técnicas de respiração é tão eficaz na produção de energia celular.

Alargando a definição científica, podemos considerar como energia biológica qualquer energia da natureza que se manifeste no corpo. Por exemplo, o calor é uma manifestação biológica da energia térmica: onde há calor, há energia. O eletromagnetismo é também uma forma de energia que encontramos; o nosso sistema nervoso transmite impulsos eléctricos. Em todos os casos, trata-se de energias que têm as suas leis físicas e que o nosso corpo, como todos os seres vivos, gera, armazena e utiliza em todos os seus processos biológicos.

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Criar o hábito

3 minutos de leitura - Publicado no 27 de agosto 2025

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A adaptação, o hábito, o habitus, a aprendizagem, a plasticidade permitem-nos reinventarmo-nos para sobreviver, seja a nível biológico ou intelectual em sentido lato (refiro-me à capacidade de flexibilizar os nossos pensamentos, pontos de vista ou decisões, quando procuramos concordar com outras pessoas).

Podemos ver a adaptação na forma como nos habituamos ao peso das roupas no nosso corpo, na forma como incorporamos novas culturas ou rotinas. Estas são mudanças que podem ocorrer inconsciente ou conscientemente; por vezes para acompanhar os tempos, outras vezes para alcançar o que queremos fazer ou para nos tornarmos quem queremos ser.

Primeiro aprende-se, depois repete-se e torna-se um hábito. Ao mantê-lo ao longo do tempo, dá-se essa mudança profunda: plasticidade, transformação. Quando algo é aprendido, fica disponível como um recurso, pronto a ser ativado quando precisamos dele. Pensemos, por exemplo, na capacidade de concentração.

Há tarefas que requerem muito pouca atenção, mas outras exigem 100%. Se não investirmos essa energia, podemos não atingir o resultado esperado, ou demorar muito mais tempo a atingi-lo e gastar mais recursos do que o necessário.

O hábito e a aprendizagem também se aplicam à concentração. Podemos aprender a focar a mente quando quisermos e a abstrairmo-nos do que se passa à nossa volta, de forma a gerar um estado de concentração total.

Podemos começar a treinar a nossa concentração sem que seja necessário que ela seja útil nesse momento. Como um jogo. Escolha um momento do dia, pode ser na sua secretária no trabalho, e fixe o seu olhar num ponto à sua frente - uma imagem, uma marca na parede ou um objeto sobre a mesa. Se vir que se distrai, mude o objeto sobre o qual se concentra. Faça este exercício durante alguns minutos. Verá que o ambiente começa a esbater-se. Depois de ter treinado a sua capacidade de abstração, é altura de manter a sua atenção no ponto escolhido.

Desta forma, treinamos a nossa mente e o nosso pensamento. E quando chegar o momento em que precisar de mais atenção e concentração, o hábito já estará em si: a sua cabeça saberá o que está a propor e alinhará ;)

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📄 Menos Retrabalho, Mais Foco!

3 minutos de leitura - Publicado no 27 de agosto 2025

Em algum momento, você já computou quanto tempo perde com o retrabalho, por simplesmente não ter tido concentração suficiente para fazer bem feito da primeira vez? Quantos dissabores já teve por não ter o emocional suficientemente estabilizado? Quantas oportunidades perdeu por causa de um elevado nível de stress?

Trecho do livro Respiração, do Professor DeRose.


Por que perdemos tanto tempo com retrabalho?

Há dias em que estamos mais dispersos — ou achamos que estamos.

Isso se revela na dificuldade em focar numa tarefa e finalizá-la. De repente, surge sempre um “bom” motivo para interromper e começar outra coisa.

Nessas horas, vale refletir:

  • Será que é apenas dispersão?
  • Se mudarmos para uma nova tarefa, conseguiremos concluí-la de fato?
  • Não seria uma forma de negação interna em relação à tarefa inicial?
  • E se mudarmos para algo completamente diferente — como largar a planilha de dados para organizar a cozinha? Será que fluímos melhor nessa segunda atividade?

Autoconhecimento: a chave do processo

O processo de autoconhecimento é fundamental para entender como funcionamos e de que forma podemos conduzir melhor nossas escolhas no dia a dia.

Se a tarefa não é urgente, talvez possamos nos dar o luxo de deixá-la para depois, sem culpa.

(Se a planilha não precisa ser entregue hoje, tudo bem deixá-la para amanhã!)

Planejar é essencial, mas replanejar com consciência e desapegar das expectativas é ainda mais importante.


Como reduzir o retrabalho na prática

Para evitar o desperdício de tempo e energia, você pode adotar alguns ajustes simples:

  • Observe-se para entender quais tarefas fluem melhor em determinados dias e horários.
  • Organize sua agenda de acordo com esse padrão (ex.: domingo mais tranquilo pode ser ótimo para atividades que exigem concentração).
  • Mantenha flexibilidade: se algo não estiver fluindo, não insista além do necessário.
  • Treine técnicas de foco diariamente, para fortalecer sua concentração até em atividades menos atrativas.

O processo de autoconhecimento é a trilha que sobe a montanha, e não o cume.

Cada observação e ajuste consciente é um passo que ajuda a evitar o retrabalho e a viver com mais foco e presença.


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📄 Consciência focada e o efeito lupa

4 minutos de leitura - Publicado no 11 de agosto 2025

Pense na imagem de uma lupa direcionando a luz do sol. ☀️🔍

A luz, quando espalhada, ilumina de forma suave, mas sem grande impacto. Já quando é concentrada através da lupa, a energia se torna tão intensa que é capaz de gerar fogo.

A nossa atenção funciona, também, assim. Quando se dispersa, se dilui em mil estímulos e perde potência. Quando é treinada para se concentrar voluntariamente, torna-se uma força capaz de transformar não apenas a realidade ao nosso redor, mas também o nosso mundo interno.

Vivemos em uma época de excesso de informação, onde a habilidade de manter o foco é cada vez mais rara e, justamente por isso, cada vez mais valiosa.

Ter consciência focada é estar presente no que importa, sem se perder em distrações, sem gastar energia com o que não tem relevância para os seus objetivos.


Como saber se você está disperso?

Alguns sinais são bem evidentes, outros passam despercebidos:

  • Trocar constantemente de tarefa sem concluir nenhuma.
  • Começar a ler algo e, poucos minutos depois, não lembrar do que leu.
  • Interromper o que está fazendo para checar mensagens ou redes sociais “só um minuto”, e perder meia hora.
  • Sentir dificuldade em manter a mente no presente, mesmo em momentos importantes.
  • Chegar ao final do dia com a sensação de cansaço mental, mas sem ter avançado no que realmente importava.

Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para reverter o quadro.


Como treinar a consciência focada

Foco não é um dom com que você nasce, mas uma habilidade que pode (e deve) ser treinada:

  1. Defina o que é prioridade. Não dá para focar em tudo ao mesmo tempo; escolha o que realmente merece a sua atenção agora.
  2. Estabeleça blocos de tempo sem interrupções. Silencie notificações, feche abas desnecessárias, crie um ambiente que favoreça a concentração.
  3. Use técnicas de foco. Respire profundamente antes de iniciar uma tarefa e traga a mente para o momento presente.
  4. Faça pausas conscientes. O foco também precisa de descanso. Intervalos breves ajudam a manter a clareza mental.
  5. Treine diariamente. Assim como o corpo ganha força com exercícios regulares, a atenção se fortalece com prática constante.

Agora imagine como seria viver um dia inteiro com essa força direcionada:

✔️ Mais produtivo: você termina o dia com a sensação real de missão cumprida.

✔️ Menos disperso: o que antes parecia urgente perde espaço para o que é realmente importante.

✔️ Com a mente alinhada ao que importa: você deixa de reagir automaticamente e passa a agir com clareza e intenção.

Treinar a consciência focada não é apenas uma questão de produtividade. É um caminho para mais presença, mais autocontrole e mais qualidade em cada experiência da sua vida.


Como o DeRose Method ajuda nesse processo

Dentro do DeRose Method, a consciência focada é treinada por meio de técnicas corporais e mentais que treinam, de forma integrada, corpo, emoções e mente. Entre elas:

  • ásanas (técnicas corporais) que desenvolvem estabilidade física e mental.
  • pránáyámas (técnicas respiratórias) para expandir energia e clareza mental.
  • mudrás (gestos) que direcionam a atenção.
  • concentração e meditação para aprofundar o autoconhecimento.
  • treinamento da atenção no cotidiano, aplicando os conceitos fora da prática formal.

O resultado é um estado de foco mais natural, estável e disponível para qualquer situação, seja no trabalho, nos estudos, no esporte ou na vida pessoal.

Se a sua atenção é o combustível da sua vida, o DeRose Method é a oficina onde você aprende a refiná-lo, potencializá-lo e usá-lo para criar a realidade que deseja.

Boas práticas!

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Fragmento do livro Bem-vindo Yôga de Edgardo Caramella

3 minutos de leitura - Publicado no 01 de agosto 2025

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Fragmento do livro Bem-vindo Yôga de Edgardo Caramella

Capítulo sobre Técnicas de limpeza orgânica (Kriyás)

A natureza distribuiu remédios por todas as partes.

PLÍNIO, O VELHO

Falar de limpeza orgânica equivale implicitamente a afirmar que precisamos eliminar de alguma forma os resíduos e toxinas do nosso organismo.

Até o começo da era industrial, o homem só devia enfrentar as agressões naturais do meio exterior. Frutas tóxicas, fungos venenosos, plantas que produziam alergias, micróbios, bactérias, animais venenosos, etc., constituíam seus principais inimigos. Mas na atualidade, como consequência do progresso e da grande industrialização, o ser humano se encontra cada vez mais perturbado em seu equilíbrio biológico, por seus costumes de vida e também pela invasão química do meio que o rodeia, que não cessa de aumentar.

Como não podemos mudar o mundo, o mais inteligente, factível e efetivo é mudarmos a nós mesmos.

Na antiguidade, os yôgis elaboraram uma série de técnicas muito efetivas, chamadas kriyás, para estimular a desintoxicação orgânica.

Em nosso corpo se produz uma acumulação de substâncias indesejáveis, seja pelo ingresso de substâncias estranhas ou pela acumulação excessiva de toxinas. As toxinas são resíduos provenientes do metabolismo celular. Uma parte delas provém do desgaste do organismo em sua vida biológica; outras se geram como consequência da degradação e transformação das substâncias alimentícias. Em pequenas quantidades, sua presença é perfeitamente normal já que o organismo está preparado para se livrar delas.

Isto nos mostra claramente que devemos adaptar nosso regime alimentício às nossas necessidades, posto que, se comemos mais do que podemos queimar, o corpo se encontra com um excesso de substâncias com as que não sabe o que fazer.

Os cientistas afirmam que cada pessoa consome uma média de três quilos por ano de aditivos, tais como corantes, emulsionantes, estabilizantes, conservantes, etc., que na atualidade estão presentes quase na totalidade dos alimentos. Mas não só por meio da via digestiva assimilamos tóxicos; também através da pele, que é sumamente permeável, nos chegam substâncias nocivas. Ao respirar, incorporamos fumaça de tabaco, gases de hidrocarbonetos e muitas outras substâncias que estão presentes no ar ainda que ignoremos.

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Liberdade e disciplina

3 minutos de leitura - Publicado no 02 de julho 2025

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Parece que está vindo uma onda polar. Ontem começou o inverno. Hoje choveu, saiu o sol, ficou nublado, fez frio, ficou agradável. Muita diversidade ao longo de um mesmo dia. Se minhas decisões / planos tivessem dependido do clima, eu teria sido uma pipa totalmente à mercê dos estímulos. E se eu tivesse ignorado o meu entorno, definitivamente teria passado mal.

Julho, que se aproxima, traz múltiplos temas, como o tempo hoje. A mim cabe escrever sobre liberdade e disciplina; enquanto isso, sopra o vento furioso do início do inverno, entra entre as árvores e a esse claro clima de desânimo, que às vezes se vive aos domingos, soma-se o da inquietude do vento, do que aparentemente pode ser, da mesma forma, amável e hostil.

Sinto-me diante desse tema como quem se senta diante de um foguinho que abriga. Em parte, foi por essa dupla por momentos impensável —liberdade e disciplina— que anos atrás, um dia, decidi que queria ensinar o Método DeRose. Foi pela combinação dessas duas coisas que eu não sabia que era possível juntar. Chamo disciplina, no meu caso, à capacidade de construir qualquer coisa: pintar um quadro, dirigir uma escola, escrever um livro de poemas, sustentar um vínculo, treinar algo de maneira sustentada (além do clima). Chamo disciplina à soma de tijolinhos que dão existência ao que queremos levar adiante. E liberdade, à maneira em que o construímos. Sem que isso chegue ao ponto de nos submetermos. Poder construir, criar, levar adiante projetos, vínculos, a vida mesma sem que seja à nossa custa. Parece uma obviedade, mas não é. Por isso, acontece muitas vezes que, mesmo fazendo o que gostamos, algo não está sendo como queríamos. E não porque tudo tenha que ser como queremos, nem muito menos. Mas, às vezes, temos essa clara sensação de estarmos pendentes de mais, de que aquilo que tanto queremos fazer está ocupando lugares que são de outras coisas, inclusive que perdeu seu curso e transborda por todos os lados.

Pensava que a liberdade e a disciplina impregnam a maneira em que treinamos nas escolas, mas também nossa forma de ensinar, trabalhar e construir. Não porque sempre nos saia bem, mas porque é uma variável que levamos em conta no momento de tomar decisões, quase diria no momento de fazer qualquer coisa.

A disciplina nos traz a possibilidade de construir. A liberdade, a de estabelecer um vínculo com o que estamos criando, seja de maneira individual ou coletiva; um vínculo amoroso, considerado, potente, encaminhado e, portanto, duradouro. Não sei se alguma vez você se perguntou como convivem em você liberdade e disciplina, mas saiba que são uma grande dupla e, quando em um projeto vão de mãos dadas, desdobram um inesperado potencial.

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📄 2 dicas para respirar melhor

2 minutos de leitura - Publicado no 25 de junho 2025

Você realmente domina sua respiração?

A respiração é um dos únicos processos fisiológicos que acontecem automaticamente, mas que podemos controlar. E isso tem implicações poderosas.

Respirar de forma consciente é muito mais do que “acalmar a mente”. É uma habilidade que aumenta seu desempenho — físico, emocional e até profissional.

Mas a pergunta é: você usa sua respiração a seu favor no dia a dia?


Por onde começar

Uma boa prática é reservar alguns minutos pela manhã para respirar com intenção antes de começar a rotina.

Exemplo simples:

Sente-se em silêncio, com a coluna ereta. Inspire profundamente pelo nariz, expandindo a região abdominal. Ao expirar, deixe o abdômen voltar naturalmente.

Esse padrão é chamado de respiração diafragmática, e é o oposto do padrão acelerado e torácico que muitas pessoas mantêm sem perceber.

Quando o ar entra, o abdômen se projeta para fora.

Quando o ar sai, ele se recolhe.


Respiração ritmada para situações de pressão

Antes de uma reunião importante, uma prova ou qualquer momento que exija presença, uma respiração bem dosada pode redefinir o seu estado interno.

Comece com ritmo 1-1-1

Exemplo: inspire em 4 segundos, segure por 4, expire em 4.

Simples. Prático. E eficaz.

Há variações mais avançadas, mas essas devem ser ensinadas diretamente por um instrutor capacitado.


Integre ao seu dia, onde for

Você pode usar a respiração consciente em atividades físicas, no trânsito, no trabalho. O resultado é claro: mais foco, mais controle, mais clareza.

Comece hoje. Teste. Anote o que mudou. E depois conta pra gente como foi.

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📄 Automatismo e Mindfulness

3 minutos de leitura - Publicado no 18 de junho 2025

O alto percentual de automatismo das nossas reações tem um porquê: nosso cérebro em repouso é responsável pelo consumo de 20% da energia do organismo. Se tivermos que raciocinar muito, elevaremos bastante esse percentual.

Ou seja, uma certa “lei do menor esforço” mental é importante para economizarmos energia. Só que isto faz com que, às vezes, tenhamos comportamentos automáticos, os quais nos impedem de alcançar os objetivos desejados.

Por isso, é importante termos práticas que fazem com que maximizemos o uso da nossa mente como, por exemplo, o mindfulness e a meditação.

CONDICIONAMENTOS: FIQUE ALERTA!

Os condicionamentos podem criar alguns obstáculos que dificultam o alcance dos objetivos, dentre eles:

1. MODELOS MENTAIS VICIADOS

por exemplo, se você tiver o modelo mental de sempre manter uma expressão carrancuda, isso impedirá que novas pessoas entrem em contato com você, pois a mensagem que recebem é de que você é antipático, hostil.

2. FALTA DE FOCO

uma mente dispersa é aquela que não utiliza todo o seu potencial de realização. Todos temos uma capacidade realizadora que é superlativa, mas se não conseguirmos concentrar essa energia para a realização dos nossos objetivos, teremos desperdiçado uma considerável parcela do nosso potencial.

3. INSTABILIDADE EMOCIONAL

esta é responsável pela perda de clientes, dilapidação de parcerias, destruição de carreiras, comprometimento de amizades, derrocada de relacionamentos afetivos.

4. BAIXA CONSCIÊNCIA CORPORAL

temos uma pequena percepção sobre os nossos processos internos e a nossa fisiologia, o que nos leva a não percebermos quando algum órgão não está funcionando a contento. Em nossos treinamentos, em seguida, damos atenção ao tato interno da nossa circulação sanguínea e, depois, à consciência do funcionamento dos órgãos.

Quando temos condicionamentos automáticos negativos, acabamos não alcançando aquilo que desejamos. Quando os quebramos, abrimos espaço para novos comportamentos que vão desencadear o sucesso e, com isso, novas experiências que retroalimentam aquele círculo virtuoso.

DICA DE EXERCÍCIO: Reforço para um dia produtivo

Ao despertar, alongue bem uma perna e depois a outra, como se quisesse esticar e crescer um lado de cada vez. Depois, os dois ao mesmo tempo, espreguiçando e estendendo bem as pernas e os braços simultaneamente.

Em seguida, sente-se sem solicitar muito a coluna e os abdominais, apoiando-se com os braços e elevando-se sem movimentos bruscos. Isto vale também para os desportistas. Preserve a sua coluna.

Sente-se como preferir, mas lembre- se de manter a coluna ereta. Em seguida, faça algumas respirações nasais, profundas e concentre-se no exercício a seguir. Feche os olhos e visualize em sua tela mental uma imagem clara e objetiva, que represente exatamente aquilo que você quer conquistar no dia que se inicia. Mantenha a concentração nessa imagem por, no mínimo, 5 e, no máximo, 10 minutos.

Texto inspirado no livro Meditação, do Professor DeRose.


Ficou com alguma dúvida ou precisa de ajuda para começar? Pode nos chamar.

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